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sábado, 6 de novembro de 2010

Como se comemora o Halloween?

o halloween se comemora com os amigos e muita bebida

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terça-feira, 28 de setembro de 2010

sábado, 25 de setembro de 2010

quarta-feira, 14 de julho de 2010

pretende trabalhar / estudar lá?

sim estudar e se aparecerem oportunidades de trabalho
aceitarei numa boa

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にほんか。どうしてですか。

porqueo nihon éh phodaaa em varios sentidos

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segunda-feira, 5 de julho de 2010

A carta de valerie "v for vendetta"

* "Sei que não há como convencê-la de que isto não é um truque mas não faz mal. Sou eu. Meu nome é Valerie. Não creio que viverei muito tempo e quero falar sobre a minha vida. Esta é a única biografia que eu vou escrever e faço isso em papel higiênico.

Nasci em Nottingham, em 1985. Não me lembro muito da infância, mas eu me lembro da chuva. Minha avó tinha uma fazenda e ela dizia que Deus estava na chuva. Fui aprovada no exame para o curso secundário. Na escola, conheci minha primeira namorada. Seu nome era Sarah. Foram seus pulsos. Eles eram lindos. Achei que nos amaríamos para sempre. O professor dizia que era uma fase da adolescência que superaríamos. A Sarah superou. Eu não superei.
Em 2002, eu me apaixonei por uma garota chamada Christina. Naquele ano, contei aos meu pais. Não poderia ter feito isso sem a Chris segurando minha mão. Meu pai não olhou para mim. Disse-me para ir embora e nunca mais voltar. Minha mãe não falou nada. Mas eu só contei a verdade a eles. Isso foi egoísmo demais? Nossa integridade vale tão pouco, mas é tudo o que temos. É o mais importante em nós. Mantendo nossa integridade, somos livres. Sempre soube o que queria da vida.
Em 2015, eu estrelei meu primeiro filme, As Dunas de Sal. Foi o papel mais importante da minha vida, não pela carreira, mas porque assim conheci a Ruth. Na primeira vez em que nos beijamos, eu soube que nunca mais iria querer beijar outros lábios. Nós nos mudamos para um apartamento em Londres. Ela plantou Scarlet Carsons para mim na janela e nosso apartamento sempre cheirava a rosas. Foram os melhores anos da minha vida.
Mas a guerra dos EUA foi piorando e, no fim, chegou a Londres. Depois disso, não havia mais rosas... Não para todos. O significado das palavras começou a mudar. Palavras como "colateral" e "rendição" inspiravam medo... Enquanto ganhavam força "Nórdica Chama" e "Artigos de Submissão". Lembro-me de como "diferente" virou "perigoso". Ainda não entendo por que nos odeiam tanto. Eles levaram a Ruth enquanto ela comprava comida. Nunca chorei tanto na minha vida. Não demorou para virem me buscar. Parece estranho terminar a vida em um lugar tão horrível... Mas durante três anos eu tive rosas e não pedi desculpas a ninguém. Eu morrerei aqui. Cada pedacinho do meu ser perecerá. Cada pedacinho... Menos um. O da integridade. É pequeno e frágil... E é a única coisa que vale a pena ter. Nós jamais devemos perdê-lo. Nem deixar que o tomem de nós. Espero que, quem quer que você seja, escape daqui. Espero que o mundo mude e a vida fique melhor. Mas o que mais quero é que entenda a minha mensagem...Quando falo que mesmo sem conhecer você... E mesmo que talvez jamais conheça você... Ria com você, chore com você... Ou beije você... Eu amo você. De todo o coração... Eu amo você.
- Valerie"

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Kyle

Um dia, quando eu era calouro na escola, vi um garoto de minha sala caminhando para casa depois da aula.

Seu nome era Kyle.
Parecia que ele estava carregando todos os seus livros.

Eu pensei:
'Por que alguém iria levar para casa todos os seus livros numa
Sexta-Feira?
Ele deve ser mesmo um C.D.F.

O meu final de semana estava planejado (festas e um jogo de futebol com meus amigos Sábado à tarde), então dei de ombros e segui o meu caminho...

Conforme ia caminhando, vi um grupo de garotos correndo em direção a Kyle.

Eles o atropelaram, arrancando todos os livros de seus braços,
empurrando-o de forma que ele caiu no chão.

Seus óculos voaram e eu os vi aterrissarem na grama há alguns
metros de onde ele estava. Kyle ergueu o rosto e eu vi uma terrível tristeza em seus olhos.

Meu coração penalizou-se! Corri até o colega, enquanto ele
engatinhava procurando por seus óculos.

Pude ver uma lágrima em seus olhos. Enquanto eu lhe entregava os
óculos, disse: 'Aqueles caras são uns idiotas! Eles realmente deviam arrumar uma vida própria'. Kyle olhou-me nos olhos e disse: 'Hei, obrigado'!

Havia um grande sorriso em sua face. Era um daqueles sorrisos que realmente mostram gratidão. Eu o ajudei a apanhar seus livros e perguntei onde ele morava.

Por coincidência ele morava perto da minha casa, mas não havíamos nos visto antes, porque ele freqüentava uma escola particular.

Conversamos por todo o caminho de volta para casa e eu carreguei seus livros. Ele se revelou um garoto bem legal.
Perguntei se ele queria jogar futebol no Sábado comigo e meus
amigos. Ele disse que sim. Ficamos juntos por todo o final de semana e quanto mais eu conhecia Kyle, mais gostava dele.

Meus amigos pensavam da mesma forma.

Chegou a Segunda-Feira e lá estava o Kyle com aquela quantidade
imensa de livros outra vez! Eu o parei e disse:

'Diabos, rapaz, você vai ficar realmente musculoso carregando essa pilha de livros assim todos os dias!'.

Ele simplesmente riu e me entregou metade dos livros. Nos quatro anos seguintes, Kyle e eu nos tornamos mais amigos, mais unidos. Quando estávamos nos formando começamos a pensar em Faculdade.

Kyle decidiu ir para Georgetown e eu para a Duke. Eu sabia que
seríamos sempre amigos, que a distância nunca seria problema. Ele seria médico e eu ia tentar uma bolsa escolar no time de futebol. Kyle era o orador oficial de nossa turma. Eu o provocava o tempo todo sobre ele ser um C.D.F.

Ele teve que preparar um discurso de formatura e eu estava super contente por não ser eu quem deveria subir no palanque e discursar.

No dia da Formatura Kyle estava ótimo.

Era um daqueles caras que realmente se encontram durante a escola.
Estava mais encorpado e realmente tinha uma boa aparência, mesmo usando óculos.

Ele saía com mais garotas do que eu e todas as meninas o adoravam!
Às vezes eu até ficava com inveja.

Hoje era um daqueles dias. Eu podia ver o quanto ele estava nervoso sobre o discurso. Então, dei-lhe um tapinha nas costas e disse: 'Ei, garotão, você vai se sair bem!'

Ele olhou para mim com aquele olhar de gratidão, sorriu e disse:

-'Valeu'!

Quando ele subiu no oratório, limpou a garganta e começou o
discurso:
'A Formatura é uma época para agradecermos àqueles que nos ajudaram durante estes anos duros. Seus pais, professores, irmãos, talvez até um treinador, mas principalmente aos seus amigos. Eu estou aqui para lhes dizer que ser um amigo para alguém, é o melhor presente que você pode lhes dar.Vou
contar-lhes uma história:'

Eu olhei para o meu amigo sem conseguir acreditar enquanto ele
contava a história sobre o primeiro dia em que nos conhecemos. Ele havia planejado se matar naquele final de semana! Contou a todos como havia esvaziado seu armário na escola, para que sua Mãe não tivesse que fazer isso depois que ele morresse e estava levando todas as suas coisas para casa.

Ele olhou diretamente nos meus olhos e deu um pequeno sorriso.

'Felizmente, meu amigo me salvou de fazer algo inominável!' Eu
observava o nó na garganta de todos na platéia enquanto aquele rapaz popular e bonito contava a todos sobre aquele seu momento de fraqueza.

Vi sua mãe e seu pai olhando para mim e sorrindo com a mesma
gratidão.

Até aquele momento eu jamais havia me dado conta da profundidade do sorriso que ele me deu naquele dia.

Nunca subestime o poder de suas ações. Com um pequeno gesto você pode mudar a vida de uma pessoa. Para melhor ou para pior.

Deus nos coloca na vida dos outros para que tenhamos um impacto, uns sobre o outro de alguma forma.

PROCURE O BEM NOS OUTROS!

AGORA VOCÊ TEM 2 OPÇÕES:
1) Passar esta história aos seus amigos ou;
2) Apagar este texto e agir como se ele não tivesse tocado o seu
coração.

Como você pode ver, eu escolhi a primeira opção.

terça-feira, 20 de abril de 2010

A poucos dias atraz perdemos uma grande figura do mundo da musica nosso tão amado Peter Steele

O vocalista da banda Type O Negative, Peter Steele, de 48 anos, morreu na noite de quarta-feira,14/04/2010 em Nova York. A causa, ainda não confirmada, teria sido insuficiência cardíaca.

A notícia se espalhou logo cedo nesta quinta 15/04/2010 por fãs na Internet e foi confirmada pelo site oficial do grupo: "Por favor, sejam pacientes e esperem por declarações da banda e da família mais tarde. Obrigado pela compreensão e pelo apoio". Peter Steele lutava contra o vício em álcool e cocaína. O motivo da morte deve ser anunciado após uma autópsia.

Em 2005, foi espalhado um boato na web de que Steele teria morrido, depois que a imagem de uma lápide com o nome do vocalista foi publicada na página do Type O Negative.

Peter Steele nasceu Petrus T. Ratajczyk no dia 4 de Janeiro de 1962, no Brooklyn, em Nova York. Ele participou como vocalista, baixista e letrista de sete discos do Type O Negative, entre 1991 e 2007.
Entretanto devido aos rumores anteriores criou-se novamente incerteza sobre o fato.

Com a morte de seu lider, a banda Type O Negative já declarou que não continuará sem Peter.

Antes de formar o Type O Negative, Steele foi parte de outras duas bandas: O Fallout, e posteriormente o Carnivore.
Meu tributo a essa grande pessoa

domingo, 11 de abril de 2010

é feliz??

sou principalmente de uns dias pra k mas sei que um dia isso acaba T-T

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sábado, 6 de março de 2010

Qual a sua religião?????

Qual o nemo daquela religoam de quam nao acredita em nada ah éh mesmo sou ateu

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bater ou correr????

Correr muito para pegar impulso na voadora ahuahuahaua

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bater ou correr????

Correr muito para pegar impulso na voadora ahuahuahaua

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Type o the 69 eyes?????

mto phoda os dois mas fico com type

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sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

formspring.me

Quantas vezes ja se apaixonou?????

As vezes q me apaixounei foram muitas mas poucas as vezes que foi correspondido

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quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

formspring.me

E ec xeu cabeloOo doidoOo aeÊ, parece o parque doOs monstroOoO hahaa~ha. ;*

Tah d boa acredite ja foi bem pior

nao vo nem pergunta qem éh vc pq ja devo ter uma ideia

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formspring.me

amor e odio andam lado a lado???????

tipo imagine o sanduiche de um lado o amor do outro o ódio e no meio o dinheiro ^^ sei lah acho que éh isso

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formspring.me

Vc curtil o sanduiche de ontem anoite....?????kkkkkk´s

sim sim foi bom...vo faze um em vc hj pra vc ver como éh mto loko

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quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

formspring.me

aweeee sera mesmo um futuro batera???????

Serei sim Com certeza

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sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

formspring.me

Você tem medo de morrer?

depende da causa da morte

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formspring.me

Qual foi o lugar mais interessante para o qual já viajou?

nao viajo muito mas sempe vo pra....mas q pena nao éh tao interessante

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formspring.me

Qual foi o lugar mais interessante para o qual já viajou?

Nao viajo muito ... só para a pria mas mesmo assim nao éh nada interessante

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sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

formspring.me

Topa tirar uma luta comigo....dessa vez sem dó de bater ou apanhar????

tiro sim com maior prazer mas sem bater na cara "com força"

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terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Pecado Ilusório


Pecado Ilusório

Dimitri Kozma

O badalo da velha igreja da cidade de Passo Feliz toca anunciando o horário sagrado da missa de Domingo, como que cumprindo uma tradição, quase que uma rotina, a população em massa parte em direção à velha e corroída igrejinha da cidade, uma velha gorda esbarra no pequeno Waltinho, um garoto de dez anos, que estava sendo levado pela mão por sua avó paterna, ele ignora o esbarrão.
- Vovó. Depois posso ir brincar na rua? - diz Waltinho, com sua doce agitação infantil.
- Isso depois a gente vê, Waltinho, agora fica quieto que a gente vai rezar. - dispara sua avó, como se querendo logo encerrar a conversa.
A avó de Waltinho, dona Olívia, uma senhora nos altos de seus setenta anos, pele carcomida, em parte pela idade, em parte pelo sol, anos trabalhando na lavoura da cidade renderam-lhe apenas rugas e calos nas mãos, batalhou pelo sustendo do único filho, Walter, que se formou e fora morar na cidade grande, lá conhecera Mariluce, uma mulher dez anos mais velha que ele, e nascera Waltinho. Mariluce nunca teve vergonha na cara." Pensava dona Olívia, e este conceito se afirmou ainda mais quando Mariluce fugiu com um mecânico e largou Waltinho com o pai, desempregado e sem esperanças.
Walter não teve escolha, fez as malas do pequeno Waltinho e o colocou em um ônibus para Passo Feliz, mandando-o morar definitivamente com a avó, até que Walter arrumasse um outro emprego. Isso já foi a mais ou menos um ano, e até agora nada, pensa dona Olívia que talvez seu filho tenha esquecido de Waltinho, e se arranjado com uma outra vagabunda por lá, mas deixa estar, pois agora cria o garoto como a um filho.
As pessoas tomam acento na pequena igreja, os bancos descorados pelo tempo, as paredes descascando e as imagens quebradas devido a má manutenção empregada.
Waltinho pode ouvir tosses secas, ecoando em cada ponto da igreja, barulhos de sapatos gastos pelo tempo, o silêncio é quase absoluto, vozes são ouvidas como sussurros, todos parecem que estão mergulhados numa espécie de torpor místico que aquelas paredes pareciam induzir. Uma atmosfera mista de medo e admiração pairava no rosto de cada um de seus fiéis, calmamente sentados. Dona Olívia empurra o garoto até um banco com duas vagas, ao lado de um velho com o nariz escorrendo, dona Olívia o cumprimenta:
- Como vai Seu Arnaldo?
- Vai-se indo, Dona Olívia, e a senhora, como anda? - diz o velho, enquanto esfrega furiosamente o lenço amarelado no nariz.
- Estou bem, fora um pouco de dor nas costas, de resto vou bem, e sua filha?
- Norminha está bem, vai se casar em julho, a senhora está convidada. - desvia o olhar para Waltinho.
- Nossa, como seu neto está grande, dona Olívia, quantos anos ele tem mesmo, sete? Oito?
- Fez dez anos mês passado, precisa ver como esse menino é inteligente, seu Arnaldo.
Waltinho observa apenas, até que seu Arnaldo bate a mão na cabeça do garoto, dizendo: - Nossa! Tudo isso? Realmente o tempo voa, não é dona Olívia, ainda ontem ele era um bebezinho, agora está quase um rapaz. Waltinho pode sentir a mão molhada do velho em seu cabelo, um asco incontrolável tomou conta de seu ser, mas manteve-se impassível.
Uma música de órgão se inicia e o garoto pode ver o padre adentrar-se na igreja pela porta lateral, é relativamente novo, quanto? Talvez uns quarenta, no máximo quarenta e cinco anos. Solenemente ele se dirige ao altar e começa um discurso infindável. Uma ordem surge para que todos fiquem de pé, dona Olívia empurra levemente as costas do neto para que ele também se levante, ele obedece piamente, mas seu pensamento viaja em devaneios, enquanto ouve o padre falar, na verdade não ouve nada, apenas percebe aquela fala ritmada e sem vida penetrar em seu ouvido, mas seus pensamentos estão em outro lugar, sentada no banco da frente, Waltinho observa uma linda moça, que deveria ter no máximo uns dezessete anos, observa as curvas pecaminosas escondidas por baixo daquele vestido cumprido, observa e em sua mente dá vazão ás mais torpes fantasias: Será que ela não gostaria de ceder aos caprichos de um jovem? Será que ele não conseguiria fazê-la ir as nuvens? Enquanto pensa, Waltinho tem uma ereção, e fica cada vez mais excitado a medida que fantasias mais picantes dominam seu íntimo. Então, num rompante, lembra-se do lugar em que está, lembra-se que está pensando em algo pecaminoso, sujo, tenta dissuadir sua mente, mas tal tarefa é em vão, pois já não tem mais domínio de seu subconsciente, sabe que já sentiu algo muito prazeirozo, e que não vai mais conseguir tirar de sua mente, mas ainda se esforça, tenta voltar a realidade, desvia o olhar para sua avó, ao seu lado, e ao velho com o nariz escorrendo, que está prostrado do outro lado, e começa a fantasiar uma situação no mínimo bizarra: Imagina sua avó, à muito viúva, de quatro no altar, e o velho por traz, numa cena realmente dantesca, e ela gemia, se contorcia, seu corpo velho, enrugado, suas pelancas balançando ao sabor do acaso, e o nariz do velho escorrendo, derramando sobre o corpo de sua avó.
Quando Waltinho se dá conta da barbaridade que está pensando, e do lugar em que se encontra, quase entra em pânico, ele não quer pensar nessas coisas, mas elas estão fluindo em sua cabeça, como? Nunca aconteceu isso antes. Nunca havia tido pensamentos tão sujos e imorais. E agora essa!
Todos se ajoelham e Waltinho se ajoelha mais rápido que os outros, tentando se penitenciar pelos seus pensamentos imorais, tenta rezar um Pai Nosso, mas seu pensamento é novamente enebriado por sujeira barata e diabólica, imagina o padre fazendo seu discurso nu no altar, enquanto as fiéis alisam seu corpo, e Waltinho observa tudo com uma excitação tremenda, e as fiéis, todas nuas, das mais moças às mais velhas caquéticas, todas nuas admirando aquele padre atlético e bem apessoado. Waltinho começa a suar fri:
- Onde já se viu pensar tanta besteira assim? - pensa ele, e completa o pensamento:
- E se Deus estiver vendo o que eu estou pensando? E se Deus viu tudo isso que eu imaginei? Ele vai contar para vovó, ela vai ficar sabendo do que eu pensei... Não!
Um desespero começa a tomar conta do pequeno garoto, seus olhinhos se arregalam como se fossem saltar das órbitas, olha para sua avó, ela está impassível, acompanhando a missa, mas Waltinho já começa a olhá-la de maneira diferente, começa a olhá-la como se ela soubesse de tudo que ele havia pensado, de toda a sujeira que sua mente havia produzido em tão pouco espaço de tempo. Ele se encolhe no banco, tentando se proteger. Olha novamente, meio de rabo de olho, para o esquelético Seu Arnaldo, ele continua lá, olhando para o chão, com a coriza do nariz quase tocando a boca, o velho então suga o corrimento como se fosse um nectar, e Waltinho pode até ouvir o ruído, novamente a imagem de Seu Arnaldo sodomizando sua avó no altar se faz presente em sua mente, mesmo não querendo essa imagem não sai de sua cabeça, Waltinho dá pequenos socos na testa, tentando fazer a imagem sumir, mas cada vez ela fica mais nítida, cada vez mais clara, ele fecha os olhos e lhe vem a cabeça novamente a garota do banco da frente, dessa vez, Waltinho a imagina sendo sodomizada por ele na porta da igreja, com toda a cidade assistindo horrorizada a cena.
Ele abre os olhos, lágrimas começam a rolar pelo seu rosto, lágrimas de desespero, ele não tem mais controle algum em seus pensamentos, parece até que uma força malígna tomou conta de seu cérebro e nada mais poderia ser feito. Uma angústia incomensurável passou por todo seu pequeno e frágil corpo, gelando sua coluna:
- Será que Deus sabe o que eu estou pensando? - é uma das angústias de Waltinho, no alto de sua inocência, imagina Deus, com sua enorme cabeleira e sua barba branca, observando-o de cima, imagina o olhar de reprovação de Deus, imagina Deus contando para sua avó, imagina a cidade inteira sabendo de tudo, imagina seu severo pai dando-lhe cintadas nas costas, acorrentando-o num porão escuro e gelado pelo resto de sua vida.
- Não!
Waltinho solta um grito e sai da igreja em disparada, sua avó não tem tempo de segurá-lo, todos se viram em direção ao garoto, antes mesmo de dona Olívia conseguir levantar-se para correr atras do neto, ouve um barulho de freios de carro, um estampido seco e um grito curto.
Quando finalmente chega a porta da igreja, vê a pior imagem de sua vida: Waltinho, deitado no meio-fio, metade de seu corpo embaixo do carro, suas tripas expostas o sangue quente espalhado por toda a rua. Em sua busca desesperada pela redenção, Waltinho atirara-se na frente de um veículo que passava em alta velocidade. Dona Olívia se desespera, corre em direção ao neto, que ainda tem um sopro de vida, o garoto, vomitando sangue, e tendo inúmeros espasmos ainda tem tempo de dizer:
- Perdão... Eu pequei...
Depois disso cala-se para sempre.

domingo, 7 de junho de 2009

Comunidade Dark Arts




Essa é a vencedora do 3° desafio da cominudade--Comunidade Dark atr-desafios

O vencedor foi pedro voces podem visualuzar seu perfil e outras obras pela Comunidade


Primeira imagem q eu posto em meu Blog para a comunidade de dark art no orkut participem Comunidade Dark atr-desafios

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

A solidao de um homem



Morava num edifício decrépto, no centro da cidade, quase que um cortiço, subia os dez andares todos os dias como uma disposição indescritível para um homem de sua idade, fumava um maço de cigarro por dia, invariavelmente, possuía uma rotina de vida metódica, sem alterações nenhumas, praticamente ia de casa ao trabalho, do trabalho para casa. Se chamava Egberto, e morava com seu cãozinho um velho Pequinês, já sem os pêlos e quase cego. O apartamento de quarto, cozinha e banheiro fedia urina, e nas paredes podia-se observar uma mancha espessa de gordura amarelada. Morava apenas com seu companheiro, na solidão, não possuía amigo algum, achava que todos poderiam querem lhe passar a perna. Egberto era um velho amargurado, comia os dejetos que encontrava em sua geladeira, quase sempre já criando fungos. Seu apartamento era pouco iluminado, as pesadas cortinas escondiam aquele palácio de podridão em que sua vida estava imersa. Não tinha carro, ia todos os dias ao trabalho de ônibus, quase sempre apinhado de gente. Chegando ao trabalho, era tratado como um ser deprezível, nunca valorizaram sua profissão, era contínuo, trabalhava num escritório de revendas de produtos de limpeza, nada mais massante e repetitivo, carregava caixas e mais caixas o dia inteiro, chegando ao fim da tarde, suas glândulas sudoríparas já produziram substâncias suficientes para que ninguém aguente chegar perto dele. Pois bem, certo dia, Egberto voltava para seu lar, usava uma camiseta, deixando a mostra parte de seu corpo esquálido e peludo, apóia com uma das mãos no ônibus para não perder o equilíbrio quando avista, um pouco a frente, uma mulher que não tira o olho de sua direção, ele se surpreende, não é nenhuma maravilha, mas é ajeitada, e tem um belo quadril. Ele começa a encará-la descaradamente, ela, uma morena bronzeada, não muito nova, cabelos meio quebradiços, uma imensa boca carnuda, seios pequenos, quase inexistentes, começa a olhá-lo mais insistentemente, Egberto, que sempre pensou que as mulheres estariam querendo se aproveitar dele, resolve arriscar, a se aproxima com dificuldade, se movendo entre o povo aglomerado como sardinha em lata. Olha com um ar de tigrão e dispara o galanteio barato: - Você toma sempre este ônibus? - Ás vezes... Ela responde, com um certo ar de menosprezo. - Sabe, estava te olhando, e pensei se a gente poderia se conhecer melhor... - Desculpe, não estou interessada, estava te olhando pois o confundi com um amigo meu. - Amigo? Mas... Só amigo? Ela vira o rosto para o outro lado, o cabelo armado bate no rosto de Egberto, ele pode sentir um perfume meio vencido, ela diz: - Interessa? - Se estou perguntando é porque interessa. Meu nome é Egberto, mas pode me chamar de Beto, e o seu? - O meu não! Egberto não pode precisar se aquilo era uma piada para quebrar o gelo ou um fora brutal, e insiste, tentando crer que era uma galhofa ingênua: - Há! Há! Gostei! Adoro mulheres com senso de humor! Mas qual é seu nome? Ela se vira e fala alto, para todos do ônibus ouvirem: - Cara! Vê se se encherga! Eu não quero papo! Sai fora jacaré! Todos se viram e o rosto de Egberto fica Rubro de uma hora para outra. Ele sussurra no ouvido da mulher: - Isso não vai ficar assim, não vai, está ouvindo? Ela puxa a corda para o ônibus parar, e desce no ponto, imediatamente se vira para averiguar, lá estava ele, Egberto, havia descido também, e estava olhando em sua direção. Ela, sem dizer uma só palavra começa a andar em passos rápidos, tentando encontrar uma pessoa na rua, mas estava tudo deserto, estava anoitecendo, e nenhum carro passava naquela ruazinha. Ela acelera o passo, tenta correr, quando pensa talvez ter despistado Egberto, lá estava ele, atrás dela, com seus passos firmes e decidido. Ela entra na pequena portinha de seu prédio que na verdade era um cortiço, Egberto caminha atrás, entra também, ela entra em pânico, não há um vizinho, um porteiro, nada para ajudar, ela começa a subir a escada, mora no décimo primeiro andar, está tudo escuro, então ouve passos a seguindo, Egberto! Quando ele já está quase alcançando-a, ela se ajoelha no chão, no meio lance de escadas, para e fica lá, prostrada, aguardando seu algoz chegar. Egberto se surpreende ao ver essa cena em sua frente, e diz: - Hei! O que significa isso? - Venha, não posso mais suportar essa pressão, me possua, faça o que quiser de mim, mas me deixe em paz, vamos, estou aqui! A mulher fala, enquanto se despe veementemente e se atira ao colo de Egberto. Lá na escada mesmo acontece o esperado, frenéticamente e quase que animalmente se consuma o ato. Pouco depois, Egberto diz, enquanto coloca as calças: - Tenho que te dizer uma coisa: Eu moro aqui, não queria fazer nada com você, estava apenas indo para meu apartamento. Ela, com um sorriso maroto no rosto, ainda nua, diz: - Eu sei disso. Pensa que eu nunca o percebi aqui? Você nunca me viu, mas eu já te vi dezenas de vezes, esperava uma chance de me entregar a você, seu bobo! Ele, arregalando os olhos, se espanta: - Então você me enganou? Você me usou? Me fez de palhaço, como todas... - Como? Fora de si, Egberto com os olhos faiscando e uma brusca violência, vocifera: - Todas as mulheres... Todas querem se aproveitar de mim, querem me usar como a um objeto! Avança em direção a mulher, ainda sentada na escada, as mãos no pescoço, apertando cada vez mais. - Cof! P-pare! Cof! É a única coisa que ela ainda consegue dizer, enquanto Egberto, com um olhar transtornado, sufoca a incauta, com uma indescritível fisionomia de prazer. Sente o ar se esvaindo, sente que não oferece mais reação, que não pode mais gritar, acabou. Um fio de baba escorre pela boca, semi-cerrada da mulher, a língua está enrolada, não há mais vida. Lentamente, Egberto a arrasta para seu apartamento, seu cãozinho se alvoroça, balançando o rabo e arfando sem parar, ele abre a porta do banheiro, e com um ar de realização, contempla sua coleção: Na banheira três mulheres, com os corpos já em avançado estado de putrefação, esquartejados, as moscas varejeiras comendo o que sobrara da carne esverdeada, as paredes pintadas com sangue, e no espelho, escrito em vermelho tinto, já coagulado, as seguintes inscrições: Nunca mais enganado...

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Triangulo amoroso do demonio



Suzy era uma jovem apaixonada; apaixonada pelo noivo da mãe. Os dois mantinham um tórrido romance. No entanto, ainda não haviam chegado às vias de fato quando, dona Valéria, mãe de Suzy, descobriu tudo. Irada, disposta a matar ou morrer, tomada de um ódio jamais sentido pelo filha e o jovem rapaz, Valéria, como em um impulso insano, desistiu pôr fim à própria vida. Sob o olhar atônito dos dois amantes, com uma tesoura, cortou os pulsos, cravando, em seguida, o objeto em seu ventre a dizer. "Que minha morte seja uma lembrança constante em suas vidas, que seus dias sejam banhados de sangue, o mesmo que agora escorre de minhas entranhas; o sangue que lhe deu a vida, Suzy e que por você, João Kleber, pulsava em meu corpo de mulher. E, assim, já quase sem forças, Valéria continuava: Parto a procura da vingança... irei atormentá-los dia após dia. Os dois amantes, ainda perplexos, providenciaram o enterro da suicida e, lívidos, tinham apenas um único pensamento: o de viver aquele amor proibido, sem se importar com Valéria que morreu de amor. O tempo passou e Valéria e João Kleber, então, buscaram concretizar o amor que sentiam. Lado a lado, deitados na cama que tantas vezes o próprio João Kleber amou Valéria, ele tornava Suzy mulher... Um gozo intenso, como jamais sentido, escorria pelo corpo do rapaz que ouvia gemidos profundos e apaixonados que já não pareciam brotar de Suzy. Atordoado, olhou em volta e percebeu que seu gozo saia em forma de sangue, ao olhar Suzy, viu refletido no corpo da amante, o rosto de Valéria que sorria e dizia; "Escorre de teu corpo, em forma de gozo, o sangue que derramei com a morte de meu corpo. Meu espírito, porém, sobrevive nas trevas e é de lá que busco as forças para também possuir o corpo de minha filha traidora. Para o resto de suas vidas, assim será. Só conseguirá amar Suzy, através de mim e ela só será sua através de teu gozo sofrido, sob meus próprios encantos. E assim foi esta história de morte e de dor, transformando-se em um triângulo de paixão que vai além de nossa imaginação...

sábado, 22 de novembro de 2008

A casa dos demonios



Os Stvesons eram uma família perfeita...., tudo ia bem. O pai e chefe da família era o Sr.Richard, um homem severo, e disciplinado que às vezes se irritava a toa. A mãe a Sra.Melissa era um exelente dona de casa, que se dedicava muito à famíla e estava sempre disposta a ajudar seus filhos (1 homem e 2 mulheres). O mais velho era o Michael (18 anos), a do meio era a Janie (16 anos), e por fim estava a caçula Marie (8 anos). O pai havia sido promovido a um cargo maior na empresa em que trabalhava, sendo assim passou a ganhar mais. Compraram com o dinheiro suado que economizaram por muito tempo uma casa bábara e enorme. Porém eles não haviam sido avisados por ninguém sobre as coisas estranhas que aconteciam por ali. O dia da mudança foi agitado. Muita coisa para descarregar e guardar, e estavam todos adorando, mas Michael estava achando algo de estranho naquela casa sinistra e antiga. Ele sentiu uma sençação estranha que nunca havia sentido antes, e ficou mais assustado ainda quando olhou para o alto e viu na janela do sótão um rosto que ele nunca havia visto antes... olhando fixamente para ele, seu espanto é quebrado quando ouvi seu pai o chamando, ele vira o rosto, e quando olha novamente aquela figura sumira dali. Ele corre para ver o que estava acontecendo, e encontra seu pai irritado por não conseguir abrir as janelas mas quando vê elas estão pregadas. O primeiro jantar da família foi perturbado todos não paravam de discutir na mesa, paracia que estavam sendo influenciados por alguma coisa. Derrepente a briga é interrompida por um terremoto que faz o espelho que estava no móvel perto da mesa cair. Com toda a força ele cai no chão e por incrível que pareça permanece intacto, a Sra Melissa se levanta para apanhar o espelho e diz: - Nossa!! Nem quebrou..., e o coloca no lugar mas logo após alguns segundos ele misteriosamente trinca-se. A vida daquela família perfeita estava se transformando num verdadeiro inferno, coisas sumiam derrepente, e ruídos estranhos eram ouvidos constantemente, principalmente à noite. É claro que eles percebiam o que estava acontecendo, mas ninguém jamis poderia imaginar que tudo aquilo acontecia por influência de espíritos maléficos, almas que fizeram mal quando vivos ou não conseguem ser aceitos por espíritos bons. A mãe começou a desconfiar do que estava ocorrendo e chamou um padre. O pobre homem logo que entrou na casa já sentiu o ambiente pesado que estava ali, e sentiu-se mal. Ele havia deixado sua bíblia no carro, por tanto tinha que voltar para pegá-la, mas quando voltou para ver ela estava misteriosamente destroçada, rasgada, por uma força descomunal capaz de conseguir rasgar uma capa dura como aquela. Ele não pensou duaz vezes... era preciso exorcisar aquela casa, mas precisa de autorização para fazê-lo, por tanto até o dia seguinte ele espalhou crucificsos pela casa. Já de manhã quando todos acordam encontram todos os crucifcsos que estavam espalhados pela casa todos cobertos por lençóis. No dia seguinte o padre chega na casa para exorcisa-la, ele começa o ritual e imediatamente a casa toda começa a tremer, ouvem-se ruídos estranhos como nunca havia-se ouvido, os livros começam a cair, o lustre despenca do teto, a geladeira começa abrir e fechar... um barulho ensurdesedor toma conta de todos, e um cheiro horível paira no ar. Todos ficam muito assustados e apavorados. Esse inferno durou cerca se um minuto até que pará e um silêncio frustrante toma conta do ambiente da casa. Tudo havia acabado... aquele inferno que a família passara tinha acabado, mas ninguém queria morar num lugar onde coisas como aquelas tinham acontecido, pois afinal eles ainda tinham medo que os espíritos voltassem. Portanto venderam a casa e decidiram se mudar, compraram uma casa menor mas pelo menos era segura e o mais incrível de tudo era que após um mês os novos moradores daquela casa que venderam não haviam se queixado de nada de estranho. Tudo parecia normal para os Stevensons, até que coisas estranhas comom aquelas logo começaram a surgir na nova casa.... foi aí que perceberam que aquelaes espíritos não estavam assombrando e perturbando aquela casa.... eles estavam assombrando aquela família.. a família Stevensons, eles teriam que conviver com isso por toda a eternidade, até o dia em que morressem.

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

† Maldição Do Amor †



A escuridão me cerca

Já tomou conta de mim

Minha alma descansa em um berço de trevas

Não sei o que pensar

Não sei em quem confiar

Mente destruída e confusa

Não sei quem amar

Não sei se uma simples mortal merece meu amor Nessas horas já não sei mais se tenho sentimentos dentro de mim

Já não sei se sou capaz de amar

Sei que tudo não passa de uma maldita ilusão Ilusão que insiste em um amor que nunca será correspondido

Ilusão que mata

Que machuca e destrói qualquer sentimento dentro do coração

Dor do amor

Amaldiçoada dor que machuca mais que qualquer outra ferida

Dor esta que supera qualquer dor física

Tento ignorar

Tento arrancar de dentro de mim

Ou fingir que não amo

Mas não tenho para quem fingir

Dor que me faz chorar...

Zombo de minha tristeza

Amor Desprezível!

Desprezível sentimento que insiste em amar uma pessoa que não conhece

Que insiste em amar uma pessoa que não tenho certeza se me ama...

Mas como um eterno demonio,

Sobrevivo...

A procura de um amor...

Que até hoje espancou minha felicidade

Trazendo tristeza e dor

Amor

Desprezível!

Amor...

Sentimento este que pode te trazer uma grande felicidade...

Quando é correspondido...

Amor...

Sentimento este que pode destruir uma pessoa...

Quando não é correspondido...

Eu odeio o amor com todas as minhas forças...

Uma Grande Dor No Coração...

Ele ainda vai me matar...

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Letra da minaha banda

P.C.C ®
Acorda !
tente entender...
tristezas, lamentos não vão resolver...
já chega !
vou fazer o que ?
se minhas perguntas ...não consigo responder

Refrão

Políticos !
corruptos !
onde esta o dinheiro do país ?
Políticos !
corruptos !
eles põem tudo no nariz.
Hey !
diga se eu estou errado .
Veja !
Olhe... quem esta do seu lado
fome, miséria e preocupação
depois de tudo... quem está errado é o ladrão !

Refrão
Políticos !
corruptos !
onde esta o dinheiro do país ?
Políticos !
corruptos !
eles põem tudo no nariz.

terça-feira, 23 de setembro de 2008

Minhas bandas

Gosto de musica
Tenho uma banda de punk hardcore ou old scholl se preferir

"Cratera Social"
participe da comu no orkut

http://www.orkut.com.br/Community.aspx?cmm=66165585&refresh=1

La vc encontra musicas para baixar, videos , letras , etc


Tambem tem minha banda de gothic rock

"Amon"

participe da comu tambem

http://www.orkut.com.br/Community.aspx?cmm=58478405

Aki vc tambem encontras musicas e letras da banda

Aqui você é sempre bem vindo

Nós estamos todos bêbados
Bêbados de cair
E todos que não estiverem bêbados
Dêem o fora daqui
Lançava-se ao mar, o comandante Nobrum
Passava o dia no barco pescando, mas nunca nos trouxe um atum
Tanta sabedoria e prática além do comum
Dizem que se atribuía a várias garrafas de rum

Somos amigos em terra, somos amigos no mar
Juntos fomos à guerra, juntos estamos no bar

Nós estamos todos bêbados
Bêbados de cair
E todos que não estiverem bêbados
Dêem o fora daqui

O açougueiro sem dedo que trabalhava no cais
Passava o dia fazendo piada da falta que o dedo lhe faz
Dizia com riso amarelo:
Ouça bem meu rapaz
Ao trabalhar com o cutelo nunca beba demais

Somos amigos em terra, somos amigos no mar
Juntos fomos à guerra, juntos estamos no bar

Nós estamos todos bêbados
Bêbados de cair
E todos que não estiverem bêbados
Dêem o fora daqui
Marquade alimentava as caldeiras do velho vapor
A despeito do vento, sufocava o calor
Teto de ferro fundido, sol direto na chapa
Tudo já resolvido com duas garrafas de grapa

Somos amigos em terra, somos amigos no mar
Juntos fomos à guerra, juntos estamos no bar

Nós estamos todos bêbados
Bêbados de cair
E todos que não estiverem bêbados
Dêem o fora daqui

Nós estamos todos bêbados
Bêbados de cair
E todos que não estiverem bêbados
Dêem o fora daqui

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